RevisandoConceitos.com
  • index
  • o blog
  • sobre mim
  • ferramentas

28 agosto 2010

Este blog QUER virar um livro

O Revisando Conceitos está participando do "2º Prêmio BlogBooks - A próxima página" e pede sua ajuda para realizarmos este cobiçado sonho.

A votação é até o dia 12/09 e cada voto é muito importante para nós. Para votar, basta clicar aqui ou nas imagens acima. Caso queira divulgar o link em qualquer mídia, segue: http://bit.ly/akqE2k

Eu, Rafael Henrique, agradeço muito o seu voto e sua cooperação para tornar um sonho realizado.

  • campanha
  • blogbooks
  • Comentar

31 agosto 2010

Politicamente incorreto

Politicamente incorreto

As'oreia du minino,
suja de cera d'ouvido,
escutavam atentamente a conversa
do casal ao lado.
As'oreia grande du minino.
Grandes mesmo!
Escutavam surdamente a conversa
dos políticos na TV.
Minhas'oreia, suporte d'óculos,
não escutam nada quando querem.

Na terra do petróleo preto,
quem não fala direito
é preso por crimes inafiançáveis.
Pretróleo, camará!

"Hoje o dia não escurece."
- diz o repórter.
A água não precipitará.
Mas óia a chuva, camará!

  • poemas
  • modo de falar
  • Comentar

28 agosto 2010

Sacanagem

Sacanagem

Cara, que porra de merda é essa?
Tanto blá blá blá numa só conversa,
indo e vindo a lugar nenhum.
Uma voz fina como um engasgo
(ou uma criança mimada. Mimada!)
capaz de ridicularizar qualquer assunto.
Sei que nada aqui é passível de intromissão
por isso não estendo mais. Sacanagem!

  • poemas
  • conversa
  • telefone
  • Comentar

25 agosto 2010

Doce mel venenoso

Doce mel venenoso

Lendo as velhas letras no caderno,
lembro dos seus olhos cor-de-mel.
Nesses versos fedidos e sinceros,
vejo minhas lágrimas secas no papel.

Ainda se fosse de fato verdade
o que os fedidos versos diziam,
estaria eu feliz e falante e,
pelas ruas nossas bocas ririam.

Não quero forçar um reencontro,
nem nada fora de alcance.
Queria ter em seus olhos, querida,
os dias que não tive chance.

Agora novidades não há.
Se houvessem, eu diria.
Talvez, sorriria também;
mas por que sorrir
quando não há motivos?

Novidades ainda não há.
Se houvessem, não mudaria.
Apenas repetiria um verso;
mas por que repetir
quando não estão vivos?

Reescrevo, sem vontade nem força,
novos garranchos miúdos no caderno.
Vejo nos seus olhos cor-de-mel
as rimas de um verso moderno.

  • poemas
  • chance
  • Comentar

22 agosto 2010

O mundo lá dentro de casa

O mundo lá dentro de casa

Passarão mais semanas, passarinhos piarão,
passearei por ai com passos sem pegadas.
Quando os sábados não chegarem, xingarei o tempo;
xingarei também os domingos quando passarem.
A vida transcorre contra o meu próprio gosto,
pois morre a cada dia quando o sol está posto.
Tão tranquilo o mundo lá dentro de casa,
de uma cena real da qual não passa de imaginação.
Do tremor à caça, da frustação para uma outra;
nas voltas da Terra é que meu cérebro enlouquece,
com o mesmo efeito os dias passam e trazem outros.
Amanhã, depois de amanhã, depois e depois de amanhã
e uma longa repetição de amanhãs que amanhecerão.
Eu com os mesmos olhos acordados e sonhadores,
relembrando da tranquilidade do mundo lá dentro de casa.

  • poemas
  • dias
  • mundo
  • Comentar

16 agosto 2010

A perfeita imperfeição

Eu e meus demônios

Perfeito foi o adormecer da noite
em que nossos sonos acumulados
rejeitaram as camas desarrumadas.
Sua face moribunda procurava
repouso no meu ombro magro;
por vezes tarado ao sentir
sua pele morna esquentar-me.
Em suas batalhas contra o cansaço,
quase fora derrotada na parte do cochilo.
Ficamos de dedos entrelaçados,
acariciando nervos e as dobras.
Eu ria de bobo... Gargalhava!
Gostoso sentir o seu peso
sentado neste sofá...
o filme chatérrimo na TV;
você sem sorrisos no olhar.
Reparava nas suas unhas vermelhas
que não combinam com sua pele,
nem com seus braços largos
nem com seus dedos grossos.
Não há proporção com seu corpo!
Olhei-te como monstro. Fiz cara feia!
Mas a imperfeição era só pensamento mundano.
No fim, reclamaste da minha inquietação.
Não revidei! Sosseguei-me,
ceguei-me e dormi antes que teus olhos!

  • poemas
  • gargalhada
  • sono
  • Comentar

12 agosto 2010

Da náusea aos pensamentos

Eu e meus demônios

Náusea nos pensamentos de náuseas que tive;
repugnância digna de um digno adjetivo.
Pois, da vida, não levo nada que vi na vida
nem as batalhas de verbos dos verbos no infinitivo.

A vida é um navio vagabundo de qualquer pirata:
cheia de riscos e rabiscos, mas dura na queda.
Relevando a hipótese de um maltrato inimigo
surpreender-te pelas costas e levar tudo à merda.

Devo ser um louco no meio de tantos normais.
Estudam... trabalham... namoram... vivem...
enquanto divirto-me com excessos de nada;
num harém virtual, num virtual harém.

Não reclamo! nem tenho orgulho. Orgulho?!
Só quero atenção de verdade, mas não posso comprá-las.
A atenção não é uma mulher-menino de esquina:
não aluga-se nem é um comércio de roupas ou balas.

Pensamentos nas náuseas dos pensamentos que tenho;
repugno cada sol que repugna o meu sereno.
Porém, na vida não suei tudo que devia na vida,
mas suarei se for antídoto para este veneno.

  • poemas
  • trabalho
  • Comentar

06 agosto 2010

Calendário urbano

Calendário urbano

Trezentos e sessenta e cinco
que num só ano não há vínculo.
Perco-me no tempo
como o som do piano no ar,
como o sono em noite de Lua.
Há de convir que razões não faltam,
pois neste espírito corrido
apenas o que sentimos é cansaço.
Passam segunda, terça e a semana
num único piscar de olhos e,
quando no mais tardar damos conta,
a contagem regressiva encerra-se.

Trezentos e sessenta e cinco;
então recomeçamos.
Na trajetória do vento,
embico na 13 de maio
crente da proximidade com a 23.
Logo atrás, tinha a 25 de março
acompanhada de uma data distante:
XV de novembro de sei lá quando.
Expectante pela chegada na 7 de abril,
reparo que na paralela segue a 24...
de maiô em pleno centro
vinha a moça dificultando o trânsito:
- Tudo parado na 9 de julho!

E no calendário urbano que vivo
deito-me no leito
como as mãos num trágico rosto,
como um mendigo em plena rua
sem data nem nome nem saída.
Trezentos e sessenta e quatro...
que num só ano não há retrato.

  • poemas
  • correria
  • tempo
  • Comentar

05 agosto 2010

O encaixe do ponto que se repete

Eu e meus demônios

Quando penso duas vezes em como agir,
preciso de uma outra chance de pensar.
A cada tentativa, acerto com os erros;
cada sinônimo é um desvio com o mesmo fim.
Há quem diga que versos brancos não rimam
e o surreal é acreditar que rimam sim;
para o leitor, o que importa é só clichê.

Talvez, às vezes, o que escrevo sobre você
não venha a ser nada de tão ruim.
São só palavras embaralhadas, sem sentido,
que se repetem, se repetem comigo.

Se quando penso como devo agir;
acabo por tropeçar em uma contradição.
A cada verso, bocejo com os olhos;
Cada antônimo é um caminho oposto do fim.
Culpa da ironia do destino,
que quando me viu menino disse:
- Serás um Zé qualquer como ninguém.

Às vezes, talvez, o que leio sobre você
venha a ser tudo tão bom.
São tantas palavras enfileiradas em ordem,
que se encaixam, se encaixam comigo.

  • poemas
  • você
  • Zé qualquer
  • Comentar

04 agosto 2010

Insolúvel

Eu e meus demônios

Despertavam os primeiros raios de sol,
só então as pálpebras cegariam os olhos
e a enorme euforia adolescente descansaria.
Desta vez ficamos apenas de bate-papo,
perdidos na noite com copos nas mãos.
Fazíamos da ladainha um cabo de guerra;
da bebida um novo gole; de mim não sei.
A certeza era que tudo aquilo repetiria,
mas nunca desconfiamos da intensidade
nem poderia. Regra do jogo: não especular.
Renovados do sono, sairemos com hora marcada,
voltaremos sem data prevista e assim vai.
Eu e meus demônios na imensidão de São Paulo
vivendo o mais rápido possível para não envelhecermos.

...

Porém, talvez por despedirmos de tantas luas,
sobrou da euforia um poema juvenil.
E no meio de tanta pressa o corpo cansou-se...
envelheci rápido por excesso de vida.

  • poemas
  • nostalgia
  • 1 comentário

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • …
  • próximo ›
  • fim »

nuvem de tags

óculos acaso acróstico agressão amanhã amar amigo amizade amor animação animação 2D animação 3D aniversário ano novo aprendizado assunto astigmatismo atenção atraso atualidade ausência autor Avatar aventura bandeira banho BBB bebida beijo bicicleta blogbooks Brasil brincadeira bronca céu café campainha cansaço cansado cantar carpe diem carta casa chance chatroulette Chico Buarque chuva cicatriz cinza rosado circo cola comédia comida com sequência conclusão confusão contradição contramão conversa copa do mundo coração coragem correr correria criatividade dança decisão desafio descanso descrição desejo desenho desilusão desobvialize despertador dezembro diálogo dias dinheiro direção distância dor Dourado egocentrismo embriaguez emoção encanto encontro enfeites enfraquecido erros escrita esperança estranho evangeline lilly exagero expectativa experiência experimental explicação exposição exposto férias falta família faminto fascinação felicidade Fernanda festa a fantasia filme fogo fortaleza frieza frio fuga fullheart futuro gargalhada genialidade glue sticks grafite hardcore heroi ideias imaginação incapacidade individualismo inequação infância infinito insônia insignificância intriga jantar jogo justiça kate ladrão lamento legião urbana leitor leitura lições liberdade Lost mania meditação mendigo mensagem metáfora michael langan moço modo de falar monotonia monstro morte mudança multidão mundo music based namoro natal natureza ninja noção de nada nostalgia olhos osgemeos paixão paródia Paris partida passeio passos pause pecado peixe grande pensamento photoshop pigeon pilfer pixar planos platônico pobreza poetas praia pressa preto prosa puta merda queda raiva rapidez razão refúgio rei repetição retalho retrabalho rima risco Rita robô rotina São Paulo São Pedro saudade segredo semáforo sem vida sentido sentimento separação sexo sinal sobrenome soneto sonho sono sorte sozinho stand-up stop motion sujo surpresa taxi telefone tempo teoria trânsito trabalho tragédia traição transformação TV utopia vício vícios vacilos vagabundo venda vergonha versos vestibular vida violão visão vizinhança você volta Zé qualquer

hype

Fotos da Playboy da Sandy e Junior
Macaulay Culkin morreu...
Fotos de Cléo Pires na Playboy será realidade!
Fotos de Paloma Tocci pelada...
A Kate de Lost nua. Será?
Kat Von D, musa tatuada
Fernanda Cardoso BBB 10 na Playboy
Rafael Mordente, o crítico de pinto
Marcelo Dourado leva ouro no BBB 10

Creative Commons License
Revisando Conceitos is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial 2.5 Brasil License.

divulgação