1. 04 August 2011

    Um verso a mais nada sincero

    Mais uma hora no relógio.
    mais uma lógica sem sequência.
    Quem muito diz, mais reclama;
    se pouco faz, diz mais ainda.

    Alguns minutos para o relógio
    soar a hora que menos espero.
    Hora de ir embora, de dar adeus;
    nos despedirmos sem nenhum beijo.

    Estranho ver nossa mudança;
    de casa em casa, de comportamentos.
    Da cama ao banho, nada que eu sinta.
    Um sentimento nada sincero.

    Não mais suporto nossa desavença.
    Se é que há. Há quem entenda?
    Nosso problema sempre foi brincar demais;
    e na seriedade continuar na brincadeira.

    Nossos nomes correram nas bocas
    mais malvadas de nossa vila.
    Não sei o porque, nem a maldade,
    nem de mais nada entre nós.

    Porém enquanto fazemos nossas vidas;
    todos acumulam idade, fofocas e rugas.
    Achando que o prazer não é certo,
    que nem é verbo e que não se conjuga.

    Agora me atraso de acordo com o relógio.
    Ponteiros cansativos, tontos por girar.
    Vou me embora... me despedindo...
    Surpreendendo-me com nosso destino.

  2. 14 February 2010

    Zenit polar

    Zenit polar

    Ou dare is togtis, vecô melri e jege.
    Lesses cédages sie rie docaftívoas
    quilre e imet quo solrames um zone eurte.
    Sé lie docafti quom lie quot... (eu quom lie zedo)!
    Deu is togtis, vecô jegi e jege.
    Ó davotrade? Dometide o cilsirave?
    Jeguo e jege! Sou fam sotí e mosme ziti redes...
    Lesse fam sé Dous ó quom sibo, imet!