Mais uma hora no relógio.
mais uma lógica sem sequência.
Quem muito diz, mais reclama;
se pouco faz, diz mais ainda.
Alguns minutos para o relógio
soar a hora que menos espero.
Hora de ir embora, de dar adeus;
nos despedirmos sem nenhum beijo.
Estranho ver nossa mudança;
de casa em casa, de comportamentos.
Da cama ao banho, nada que eu sinta.
Um sentimento nada sincero.
Não mais suporto nossa desavença.
Se é que há. Há quem entenda?
Nosso problema sempre foi brincar demais;
e na seriedade continuar na brincadeira.
Nossos nomes correram nas bocas
mais malvadas de nossa vila.
Não sei o porque, nem a maldade,
nem de mais nada entre nós.
Porém enquanto fazemos nossas vidas;
todos acumulam idade, fofocas e rugas.
Achando que o prazer não é certo,
que nem é verbo e que não se conjuga.
Agora me atraso de acordo com o relógio.
Ponteiros cansativos, tontos por girar.
Vou me embora... me despedindo...
Surpreendendo-me com nosso destino.
Ou dare is togtis, vecô melri e jege.
Lesses cédages sie rie docaftívoas
quilre e imet quo solrames um zone eurte.
Sé lie docafti quom lie quot... (eu quom lie zedo)!
Deu is togtis, vecô jegi e jege.
Ó davotrade? Dometide o cilsirave?
Jeguo e jege! Sou fam sotí e mosme ziti redes...
Lesse fam sé Dous ó quom sibo, imet!