Faz saudades, na morte, a partida,
deixa histórias sem personagens,
característica viva de suas passagens,
dos contos interrompidos pela sua vida.
O frio é grosseiro! Os dedos de unhas roídas
alisam a pele áspera sem pré-intenções.
É tristeza uniforme, variada em pos-ições.
Derradeiras são murchas pálpebras doídas.
Cai na folia da arte embrigada,
nojenta, tonta e tão misteriosa.
Pudera ser pecado, mas-tigada flor cheirosa,
gosto de seiva e água desidratada.
Matei-me, no colo de ninguém-que-você-conheça,
inquieto sono eterno. Acordei nas nuvens,
se era sem pré, ficamos de vai-e-vens;
e sem muitos detalhes, a não ser que mereça.
Pois, quando foi?, quem o mal fizeste?,
quantas farsas? ou qual fantasia vestirei?
Parecia contos de fadas, a qual era rei;
eu era mau, mas uma male-valente peste.
Tropeço nas montanhas da minha ruína,
faço tornar conhecido, mesmo não sendo;
de mim a um outro, estou morto e fazendo.
Agora é pública, gratuita e suína.